REVISTA DE SAÚDE

podologistas confessam: esta é a verdadeira razão pela qual o seu joanete continua a doer todas as tardes

Disseram-lhe que era genético e que só lhe restava esperar pela operação até já não aguentar mais? Não tem culpa nenhuma. Também não é genético. O que se passa é que nenhum corretor, nenhuma palmilha, nenhuma operação chega à verdadeira causa do problema.

Marisa Nogueira

Três anos a ver a minha cunhada a ser operada duas vezes e o joanete a voltar sempre. E a saber que eu ia a caminho do mesmo. Até que um podologista reformado nos contou algo que mudou tudo.

Sejamos honestas — não há nada mais desesperante do que gastar centenas de euros em separadores de silicone, palmilhas ortopédicas e consultas particulares de ortopedia, e o joanete da sua cunhada — ou o seu — continuar a crescer um bocadinho mais a cada ano.

 

Todas as manhãs a tentar enfiar o pé direito num sapato que há três anos lhe servia perfeitamente, todas as tardes de pé no chão da cozinha a sentir o dedo a começar a espetar-lhe antes das seis, todas as noites com aquela sensação de torno a apertar-lhe o osso enquanto tenta dormir sem apoiar o pé de forma errada — sente-se como uma batalha que não se pode ganhar.

 

E o pior não é a dor. O pior é aquilo que a obriga a deixar de fazer. Deixar de ir ao mercado sem acabar sentada num banco. Arranjar desculpas para não ir à comunhão da neta. Dizer à sua cunhada que essa tarde também não pode sair com ela ao parque. Sentir que o corpo já não é seu, todas as tardes.

as portuguesas com mais de 65 anos gastam mais de 1.800€ por ano em tratamentos que não travam o joanete

Segundo dados da Ordem dos Podologistas e estudos de mercado, a mulher portuguesa média com joanete gasta entre 1.500€ e 2.800€ por ano em separadores de silicone de rotação mensal, palmilhas ortopédicas feitas por medida (que o Serviço Nacional de Saúde não cobre), consultas particulares de ortopedia, infiltrações de cortisona que aguentam três semanas, e calçado ortopédico largo que detesta calçar.

 

Mas não é só o dinheiro. Cada infiltração de cortisona que lhe aplicam destrói um pouco mais a cartilagem da articulação. Todos os meses a tomar ibuprofeno obriga-a a juntar omeprazol para proteger o estômago. E muitas mulheres acabam a depender de dois comprimidos — o anti-inflamatório e o protetor gástrico — só para aguentar a dor do pé até à noite.

 

E a cirurgia é pior: oito semanas sem apoiar o pé no chão, entre 1.500€ e 4.500€ do seu bolso se optar pelo privado, cinco meses de lista de espera se recorrer ao Serviço Nacional de Saúde — e até 50% de probabilidade de o joanete voltar a aparecer em três anos. Investigadores suecos confirmaram em 1987 algo que a indústria não conta: a operação recoloca o osso, mas não toca no músculo que há 20 anos puxava o dedo para dentro. Por isso volta.

 

Por outras palavras: cada tratamento que já experimentou deixou intacto o verdadeiro culpado.

 

E isto não é o pior de tudo.

um podologista reformado revela o que a indústria não quer que saiba

O Dr. Artur Salgado trabalhou 32 anos entre o Hospital de Santa Maria e uma clínica particular de podologia em Lisboa. Mais de 4.000 doentes com hallux valgus. Reformou-se há onze meses.

 

Foi isto que disse quando já não tinha nada a perder:

 

"Formaram-nos para tratar o joanete como se fosse um osso que tinha crescido a mais. Por isso recomendávamos separadores de silicone. Recomendávamos palmilhas. E quando nada disso funcionava, mandávamos as doentes para o bloco operatório cortar osso. Mas nenhuma dessas coisas toca no verdadeiro motivo pelo qual o dedo se está a desviar há 20 anos. É como pintar a parede de um apartamento enquanto o cano continua a pingar por dentro."

 

"O separador de silicone só mete algo entre os dedos e fica-se por aí. A palmilha atua sobre a pisada, mas não sobre o músculo. A operação recoloca o osso, mas não reeduca os músculos que o empurravam há 20 anos para fora do sítio. Por isso, ao fim de três anos, volta a aparecer. Porque o motor do problema não era o osso. Era o músculo."

 

90% das mulheres com joanete têm um desequilíbrio muscular significativo no pé — dois músculos, um a puxar o dedo para dentro 24 horas por dia, e outro enfraquecido que já não o consegue segurar no lugar. É um dado que uns investigadores suecos apuraram em 1987. A indústria sabe disto desde então. Mas não interessa resolvê-lo. Porque não se pode patentear um músculo reeducado.

 

Cada corretor, cada palmilha e cada operação que já pagou só tocou nos 20% visíveis — o osso desviado. Os outros 80% continuaram a avançar dentro do músculo. É o que os próprios especialistas começam a chamar "a Guerra Silenciosa" — o desequilíbrio invisível dentro do pé onde nenhum tratamento convencional consegue penetrar.

rejuvanova™: o tratamento que atua sobre a guerra silenciosa

RejuvaNova não é mais um corretor de silicone. É o primeiro dispositivo concebido especificamente para reeducar os três pontos de falha muscular que ocorrem simultaneamente dentro do pé com joanete.

 

Coloca-se sobre o pé 30 minutos por dia, no sofá. Uma dobradiça articulada patenteada atua sobre as três causas em simultâneo: o músculo adutor hipertónico que há 20 anos puxa o dedo para dentro, o músculo abdutor atrofiado que já não o consegue segurar no lugar, e a memória muscular que aprendeu a posição incorreta há décadas.

 

Em vez de meter algo entre os dedos (como fazem os separadores) ou imobilizar a articulação (como fazem as talas noturnas), a dobradiça RejuvaNova atua sobre os três músculos em simultâneo, exatamente onde estão. O adutor alonga-se. O abdutor fortalece-se. A memória muscular reeduca-se. E o dedo volta ao seu lugar natural.

 

Os três passos trabalham durante 30 minutos, em três fases sucessivas — ao contrário dos corretores estáticos, que não reeducam nada.

assim é que atua o rejuvanova™

Passo 1 — Alongar. O músculo adutor há 20 anos que puxa o dedo grande para dentro sem descanso. Está tenso, encurtado e bloqueado. A dobradiça RejuvaNova aplica uma tensão suave e sustentada que vai alongando esse músculo pouco a pouco. Vai sentir algo parecido a quando alguém lhe solta um torno do dedo pela primeira vez em anos.

Passo 2 — Fortalecer. Enquanto o adutor relaxa, o músculo abdutor (o que segura o dedo direito) começa a reativar-se. A dobradiça obriga-o a trabalhar de forma isométrica — como quando faz um exercício de força sem se mexer. Esse músculo está atrofiado há 20 anos. A cada sessão, ganha um pouco mais de força.

Passo 3 — Realinhar. A memória muscular aprende. Ao fim de 30 minutos, o seu pé "recorda-se" de como deve estar colocado o dedo grande. A cada sessão repetida, essa memória consolida-se. Ao fim de 4 a 6 semanas, o seu pé segura o dedo no seu lugar natural mesmo quando não tem a dobradiça colocada.

Os três passos ao mesmo tempo. Em 30 minutos. No sofá. Sem cirurgia. Sem bloco operatório.

 

E aqui está o pormenor que nenhum separador nem nenhuma operação consegue igualar:

 

Se atua onde a aplica, sente-a onde a aplica. E sente-a em 30 segundos, não em 3 meses.

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por que milhares de mulheres portuguesas com mais de 60 anos estão a escolher o rejuvanova™

✅  Chega onde nenhum separador chega: a dobradiça articulada atua sobre os três músculos ao mesmo tempo — os 80% do problema que nenhum corretor de silicone toca.

 

✅  Zero risco cirúrgico: sem bloco operatório, sem oito semanas sem apoiar o pé, sem cinco meses de lista de espera do Serviço Nacional de Saúde, sem 50% de probabilidade de voltar.

 

✅  Tripla ação em simultâneo: alongar o músculo tenso, fortalecer o fraco, reeducar a memória muscular. Os três passos ao mesmo tempo, não um a um.

 

✅  30 minutos por dia no sofá: enquanto vê as notícias ou a televisão. Sem consulta médica, sem dor, sem mudar a sua rotina. Cabe ao lado do sofá.

 

✅  Para joanetes ligeiros, médios e avançados: a dobradiça é regulável. Um dispositivo pensado para tratamento contínuo, não para alívio momentâneo.

 

Assim que experimentar o RejuvaNova, não vai voltar a gastar em separadores de silicone que não corrigem nada, nem em palmilhas caras que não tocam no músculo, nem em infiltrações de cortisona que destroem a cartilagem.

 

Acabaram-se as tardes de ter de pousar os pés no sofá antes das oito. Acabaram-se os sapatos largos de que não gosta. Acabou-se dizer à sua cunhada que essa tarde também não pode sair porque o pé não aguenta. Acabaram-se as desculpas para não ir à comunhão da neta.

 

Pode comprová-lo você mesma. Chega a sua casa em 24-48 horas, paga ao estafeta quando o recebe, e tem 90 dias para o experimentar. Enquanto espera, a Guerra Silenciosa dentro do seu pé continua a avançar.

4.8/5.0 (+7150 Reseñas)

Corretor de Joanetes

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Poupe 40%

Alívio da dor nos primeiros 30 segundos

Atua sobre o desequilíbrio muscular

Sem cirurgia, sem efeitos secundários

Envios entre 24/48 horas

Garantia de 90 Dias

Apoio ao cliente 24 horas

não acredite em nós — leia o que dizem quem já experimentou:

Amparo M.

✓ Verificada

"Três anos a experimentar separadores de silicone e palmilhas. E esta primavera o ortopedista disse-me que já não havia mais opções — ou cirurgia ou viver com a dor. Já tinha a operação marcada para setembro numa clínica particular. A minha cunhada trouxe-me o RejuvaNova em agosto. Ao fim de três semanas cancelei a operação. O ortopedista abanou a cabeça na consulta de revisão e disse-me 'então continue assim'. Quem me dera tê-lo conhecido três anos antes."

Rosário B.

✓ Verificada

"Eu já não acreditava em nada. Tinha experimentado o corretor da farmácia, o corretor da Amazon, e até as palmilhas da podologista particular. Nenhum fez nada. Comprei o RejuvaNova mais por raiva do que por fé. Na primeira semana já notei o pé menos inchado ao fim da tarde. Ao fim de três semanas fiz as compras semanais no mercado sem me sentar em nenhum banco. Já lá vão quatro meses. Voltei a caminhar ao fim da tarde com as vizinhas do prédio."

Mercedes G.

✓ Verificada

"O que me convenceu foi alguém finalmente explicar-me PORQUÊ é que funcionava. Que era um músculo a puxar o dedo, não um osso. Que a dobradiça reeducava o músculo a partir de fora. Percebi e encomendei. Dois meses depois fiz o passeio inteiro com a minha neta até ao parque sem ter de ligar à minha filha para me vir buscar. E consegui dançar na comunhão da outra neta com os sapatos de vestir. Os 40€ melhor investidos da minha vida."

não espere pela próxima infiltração de cortisona. recupere o seu pé hoje

Até agora, o RejuvaNova™ chegou diretamente a milhares de lares portugueses, sem farmácias intermediárias. E sempre que chega novo stock, esgota.

 

Neste momento há ofertas especiais por pacote para quem precisa de tratamento contínuo de vários meses. Quanto mais dispositivos, maior a poupança. A disponibilidade muda sem aviso prévio.

 

Essa oferta não vai durar. E a cada mês que passa, a Guerra Silenciosa dentro do seu pé continua a avançar. Cada mês é um mês mais perto de o segundo dedo se sobrepor ao dedo grande, e de o ortopedista começar a dizer-lhe a palavra "cirurgia" de uma forma que já não soa a hipótese.

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Perguntas? Temos as respostas

É seguro se estiver a tomar ibuprofeno, omeprazol ou Varfine?

Sim. O RejuvaNova é um dispositivo mecânico que atua a partir do exterior do pé — não é um medicamento, não é absorvido pelo estômago, e não interage com nenhum tratamento oral. Pode continuar a tomar a sua medicação habitual sem problema. Com o tempo, muitas mulheres conseguem reduzir o ibuprofeno com autorização do seu médico, porque a dor diminui a partir da causa.

Em que se diferencia dos separadores de silicone que já experimentei?

Os separadores de silicone metem algo entre os dedos e ficam-se por aí. São estáticos. Não atuam sobre nenhum músculo — apenas separam os dedos mecanicamente durante algumas horas. O RejuvaNova tem uma dobradiça articulada patenteada que atua sobre os três músculos que causam o joanete: o que puxa o dedo para dentro, o que deixou de o segurar, e a memória muscular que aprendeu a posição incorreta. Não é um separador — é uma reeducação muscular.

Em quanto tempo vou notar alguma coisa?

A maioria das mulheres sente um alívio da dor nos primeiros 30 segundos da primeira sessão — é a sensação de que "algo se soltou" no pé. Na primeira semana, a dor vai diminuindo. Às 3-4 semanas começa a ver-se que o dedo está a recolocar-se. As mudanças mais profundas — a memória muscular reeducada — consolidam-se entre as 6 e as 8 semanas de uso constante (30 minutos por dia).

O meu ortopedista diz que só a cirurgia resolve. Posso usá-lo na mesma?

Sim. O RejuvaNova é compatível com qualquer plano médico que o seu ortopedista lhe tenha recomendado. Muitas mulheres começam a usá-lo antes da data da operação e conseguem cancelá-la ao melhorar a dor e o alinhamento. Qualquer decisão de adiar ou cancelar uma cirurgia deve sempre ser consultada com o seu especialista.

Tenho a pele do pé delicada. Pode irritar-me?

O RejuvaNova foi concebido com uma fita de velcro almofadada e suave, pensada especificamente para pele madura e delicada. A dobradiça não roça — coloca-se sobre o osso do joanete sem pressão direta. As mulheres com joanete têm a zona sensível devido ao próprio atrito do sapato, e o dispositivo respeita essa sensibilidade. Se ainda assim sentir algum desconforto, deixe de o usar e contacte o apoio ao cliente para gerir a devolução dentro do prazo de 90 dias.

Posso pagar contra reembolso?

Sim. Todas as encomendas do RejuvaNova são enviadas com pagamento contra reembolso. Não paga nada ao fazer a encomenda. Basta introduzir o seu nome, morada e telefone, e a encomenda chega a sua casa em 24-48 horas. Quando o estafeta chegar à sua porta, é aí que paga o valor. Sem cartões, sem bancos, sem transferências. Se ao abrir a caixa não ficar convencida, não a aceita e não paga.